terça-feira, 28 de agosto de 2012

Correção...

Como será possível mudar paradigmas sem que exista uma profunda mudança no pensar do ser humano? Criticas à parte, pensar em um processo vicioso da convicção humana como instrumento de inviabilização de ações é um dos principais desafios. Não que eu queira expor, denegrir ou alfinetar pessoas, mas a realidade é que somos viciados em convicções que, geralmente, favorecem a nossa única e exclusiva pessoa.
Lembro ainda, quando aos 15 anos, fui apresentado à um mundo fictício de prazer e de felicidade. Vivi, 30 anos com a convicção de que não havia meios para me distanciar deste caminhos- em minhas convicções, não havia era um porque, de eu me distanciar- Psicologia, filosofia, alguma-outra-fia? 
Concluindo, refiro-me às convicções que nos são apresentadas ainda na tenra fase das descobertas, quando somos induzidos à criar personalidades viciosas. Aos 15 anos, o cigarro foi um instrumento de formação da personalidade deste, com a convicção- e não me envergonho de dizer- que era o "Grau".
Hoje analiso as coisas sob óticas como essa, quando, involuntariamente, agimos por "visibilidade", por "Interesse", "alto promoção". É fato, para que eu me faça livre deste amigo de 30 anos, há de haver muita "consciência", e faz exatos onze dias que não fumo, mas hora tenho convicção de que estou sendo induzido à uma postura, penso nos prazeres que o cigarro me deu em detrimento ao benefício que trarei ás demais pessoas. Por outro lado, atravesso momentos de crise- Abstinência- pela vontade de estar livre dessa imposição que conviveu comigo por 30 anos- Minha esposa me acompanha á 23 anos, minha filha à 19- Mas é uma vida, é um viver que está gravado em meus hábitos e em minha personalidade.
Assim, vi tecnologias das quais não tive acesso, foi-me impostos alguns pensares e que se tornaram convicções. Tais convicções são vícios que nos acompanham, que formam nosso processo de agir e de pensar, vícios que prometem uma aparência junto ao status social, ao grupo em que queremos estar inclusos, vícios que prometem um mundo de belezas sociais. Mas belezas as sociais são modas, luxos e  palavras, psicologia de minimização de efeitos.
Só para uma melhor compreensão...