quinta-feira, 5 de julho de 2012

Diversificação.

Para que os mínimos sejam priorizados, em detrimento de um máximo possível, é fundamental que se avalie os limites da contenção de oportunidades, é necessário que se permita diversificar e agregar estratégias, multiplicando formas de atuação e não a monopolização ideias e idealistas.
Quando falamos em diversidade, em um contesto natural, falamos de todos os elementos que formam e propiciam a evolução do processo vida, as reações ocorridas e as interligações provenientes destas reações em mínimos, mas complexos sistemas e organizações. Essa diversidade possibilita a formação de tudo o que existe, desde a mais simples forma de vida, em sua única célula, complexa em cadeias orgânicas, até as formações de organizações celulares, de tecidos vivos, de aparelhos do organismo Terra.
Há uma complexidade de atuações, atores elementares que proporcionam a vida do planeta, organizados nas primícias das pequenas organizações moleculares. Assim vejo a E A, a partir do desenvolvimento de pequenas organizações, células compostas por moléculas reagentes em um tecido que forma um sistema vida do organismo Terra. E sendo a diversidade natural a base de todo um complexo ecossistema, a diversidade populacional, mesmo quando em uma estrutura social como população humana, constitui um elemento de construção da estrutura planetária. Um indivíduo só é nulo, seu conhecimento e suas verdades são complementos de conhecimentos e de verdades múltiplas, sua atuação é conjunta, mas finita em determinado momento do ser único. Socializando tais conhecimentos e atuações, socializa-se e constrói-se uma realidade de equilíbrio, em seus mínimos grupos de interação. Porém, ainda somos limitados à compreensão de conjunto, somos ainda seres nulos na percepção dos nossos conhecimentos e verdades. Uma realidade constituída da atuação popular é que tais movimentos e associações são desprovidos do vício da manipulação de fatores, são promotores e receptores das ações que desenvolvem.
Fica a esperança de que as tendências partam para o principio da promoção de valores como ética, justiça e solidariedade e que fomentem a promoção de uma cidadania participativa, que se abram caminhos e oportunidades de inclusão e de fortalecimento dos pequenos núcleos de desenvolvimento social, para que as pequenas ações sobrevivam e se expandam, fortalecendo o desenvolvimento de células e de organismos capazes de interagir de forma pacífica e harmoniosa com os meios da sua inclusão. É hora de fortalecer as pequenas ações em detrimento das grandes mudanças que são almejadas, de unir conhecimentos e verdades capazes de promover as realidades das quais alardeamos como prioridades, mas ainda as limitamos em vícios de promoções de individualidades.