quinta-feira, 5 de julho de 2012

Noção dos limites e limitações humanas.

Sendo relevante a perspectiva de caminhos provenientes das ações mínimas ocorridas em espaços de co-atuação social, vingam idéias de participação e de modificação de realidades, pelo menos na esfera comunitária. Muitas das idéias aqui trabalhadas são fruto de pesquisa de ações ocorridas, encontradas na vasta biblioteca da NET, muitas atividades são estudadas, muitas são pensadas e pouco conseguimos implementar.
Esse pouco que conseguimos modificar, dentro da expectativa das possibilidades reais de atuação, estão limitadas ao fator excludente da sociedade humana.  São ideais individuais, em meios individualizados, com expectativas de proveitos individuais e os resultados particionados, individualizadas as necessidades em cada vontade.
Mas o que nos importa é a capacidade de atuação da engenharia natural, quando da promoção de um mínimo de condições dada à sua atuação. Algumas forças já estão voltadas para a provisão do mínimo necessário, mas ainda não basta, somos capazes de pensar no máximo dentro das possibilidades, e o tal máximo é passivo de ocorrer quando da interligação de mínimos expansivos a todas as possibilidades geográficas, iniciadas nas áreas comunitárias e ramificadas por extensões fronteiriças, ultrapassando os limites da posse particularizada de um meio comunitário. Não são mais, os interesses individuais que aflorarão melhoras, desde que não observados os limites da participação individual, da constituição da posse e das responsabilidades de preservação. Entende-se que os limites são claros e que foram ultrapassados, quando avaliada a necessidade de provimento às populações em igual patamar do desenvolvimento almejado por muitos. Somos só um dos conjunto que formam o organismo Terra, um conjunto que necessita estar incluso e fomentar a perfeição do seu funcionamento, não podemos mais ser a parcela que desfigura o todo, em busca de acúmulos e de vaidades. Penso que somos a cabeça do organismo Terra, passiva de análise para a compreensão das realidades. Muito melhor assim, de que fossemos nós as pernas, a fazer a Terra parar de caminhar.